Voltei! E trouxe a Ashley comigo
Oi a todos!!! Antes de tudo, Feliz Ano Novo!
Tiveram boas festas? Eu tive. Presentes, amigos, abraços e beijinhos. Que tudo de bom que a gente teve em 2006 volte em dobro em 2007.
Mas voltei com uma notícia que me deixou estupefata hoje. Na Folha de São Paulo saiu uma nota sobre uma menina americana, Ashley, que tem paralisia cerebral e 9 anos. Os pais resolveram, de acordo com médicos, paralisar o crescimento da menina, evitando que ela entre na puberdade. Dessa forma, tiraram o útero e as glândulas mamárias dela, e assim ela vai ficar com 9 anos pro resto da vida, e "é mais fácil cuidar dela enquanto ela permanece criança".
Alguém me explica, por favor, se há algo de humano ou ético em uma coisa dessas?
O link para o blog está aqui. http://ashleytreatment.spaces.live.com/
Comentem.
5 comentários:
Ju, coisas de americanos!!!
Abraços e feliz 2007 procê e pro Flavião!
BAH, essa notícia é MUITO assustadora.
Na medida em que a tecnologia avança, fica cada vez mais evidente a diferença entre cultura e sabedoria. Será que uma hora as pessoas vão evoluir como humanistas ou vamos virar um mundo de robôs?
Bom, foi um prazer te conhecer, Ju! Muito sucesso pra ti e para o Flávio!
Abraços
T§
Tenho um filho PC e o amo do jeito que ele é , jamais faria qualquer coisa para facilitar o meu trabalho com ele.
Beijus Ju, feliz 2007
Virge maria que coisa horrível, que gente mais nojenta. Pobre dessa criança! Eles são egoístas e horrorosos.
Deviam cortar também os órgãos sexuais dos pais, assim ele param de transar tb! qué isso...
Cara, eu tenho um tio que tem PC e tem 52 anos. Ele é um bebê (desenvolvimento mental de uma criança de 6 meses), a família toda o ama muito, mas seria muito melhor para ele se ele fosse menor em tamanho. Sem falar que minha avó tem mais de 80 anos e faz questão de cuidar dele pessoalmente.
Uma mulher adulta com PC fica ainda mais vulnerável a assaltos sexuais, o que em si só já é uma justificativa compreensível na minha opinião.
Em outras palavras: é muito fácil julgar os outros, mas cada família sabe onde o calo aperta.
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